A cadeia têxtil e de confecção brasileira movimentou mais de R$ 221 bilhões em 2024, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e do IEMI. Em um setor que conecta indústria, atacado, varejo e representação comercial, estar próximo de quem vive o mercado no dia a dia também ajuda a fortalecer relações.
Foi com esse objetivo de aproximação que o Grupo Cativa recebeu, na primeira semana de setembro, representantes de diferentes regiões do país na sede da empresa, em Pomerode (SC).
Rodrigo Bignatto, de São José do Rio Preto (SP); Gezabel Saraiva, do Vale do Aço; e Denise Peres de Morais, que atende as regiões de Pelotas e Santa Maria (RS), conheceram de perto a operação e passaram alguns dias acompanhando a rotina da indústria.
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Para Gilmar Sprung, diretor do Grupo Cativa, estar dentro da fábrica proporciona ao representante uma experiência que vai além do contato com os produtos.
“Quando o representante conhece de perto o processo de criação, desenvolvimento e até produção, ele sai daqui com mais argumentos de venda, com mais informações da empresa e mais emocionalmente ligado à nossa gente”, afirma.
Para Bignatto, conhecer os processos ajuda a entender melhor a empresa e o próprio papel do representante. “A gente aprende muito sobre os processos e isso encurta pra gente entender qual o futuro da empresa e qual a nossa parte nesse processo”, afirma.
A experiência também chega ao ponto de venda. “Faz toda a diferença também no ponto de venda, para a gente ter mais propriedade para comunicar com o cliente”, complementa Gezabel.
Denise destaca outro aspecto da experiência: “É muito válida essa conexão toda. Para mim, o diferencial do Grupo Cativa é a qualidade. A gente tem beleza, qualidade e preço justo, então é a fórmula certa”, ressalta.
A visita também reforça a proximidade entre o Grupo Cativa e os profissionais que representam suas marcas em diferentes mercados. Para a empresa, receber esses profissionais na fábrica é uma oportunidade de compartilhar mais de perto a sua forma de trabalhar, enquanto eles levam para o mercado uma percepção que vai além do produto pronto.
A passagem dos representantes por Pomerode reforça uma conexão construída no dia a dia entre indústria e mercado — agora, também com a possibilidade de conhecer de perto quem está por trás das peças que chegam às lojas.
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